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Festa da Assunção da Virgem Maria

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  Para celebrar esta linda festa partilhamos a meditação feita por um dos nossos irmãos dominicanos de Espanha, fr. Félix Hernandez: "Um dos meus irmãos dominicanos é o reitor de uma famosa basílica e por ocasião destas festas fez algumas intervenções muito pertinentes que eu gostaria de ter hoje presente. Este frade lembrou que não podemos desligar a nossa fá da realidade em que vivemos. De um contexto, que devido à crise económica, se tornou muito difícil para muitas famílias e por isso a melhor oferta que se pode apresentar não são as flores, nem os bordados, nem as joias…mas sim a   solidariedade para com os irmãos. Porque a imagem de Maria fica muito mais bonita com um quilo de comida que se dá aos que precisam do que com o melhor ramo de flores que possamos imaginar. Acabo de chegar da Cáritas e sinto um nó na garganta pelas situações   que conhecemos todos os dias; por não poder fazer tudo o que gostaria … e sinto-me muito orgulhoso pela coragem deste meu irmã

6º Testemunho | Ivo Machado

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"A energia está no teu coração!” Esta poderá ter sido uma das descobertas mais incríveis que aprendi nesta semana de trabalho. Uma semana onde, à partida, seria muito pouco provável que eu pudesse participar; já que me considero alguém que se acomoda muito facilmente a rotinas, a hábitos. Aceitar este desafio implicava conviver com pessoas com quem nunca estive. Implicava tornar-me portador de alegria e de amor, quando muitas vezes parece ser eu quem precisa de tal. Implicava sair da zona de conforto e aceitar o desconhecido. Mas aceitei. Porque o fiz tão prontamente não sei. Talvez tenha sido um grito de protesto, nascido de quase três anos de trabalho e estudo intensivos na universidade, três anos mecânicos, impessoais, egoístas. E como me parecem agora tão sem sentido esses anos à luz desta experiência fantástica – onde levámos o sorriso a quem já não sabia sorrir, o amor a quem já se sentia abandonado, a fé a quem já tinha perdido a esperança. As dúvidas, o cansaço, a f

Festa de S.Domingos de Gusmão

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Quem é S.Domingos para mim? S. Domingos foi e é para mim o exemplo com o qual me identifico para viver e transmitir a mensagem de Jesus Cristo. Porquê? perguntam vocês? O seu propósito de pregar o Evangelho não se resumia apenas ao anúncio da Palavra, da Verdade, de forma abstrata, mas como prática modificadora de “vidas e sociedades”. Um ideal de vida que tantos santos e santas dominicanas encarnaram ao longo dos séculos: uma transformação a partir da Alegria pelo encontro e descoberta de se sentir amado, como recomendou nas suas cartas Catarina de Ricci; pela entrega à oração e à busca pela Verdade, de Tomás de Aquino; pela denúncia das injustiças sociais e defesa dos direitos humanos, de Bartolomeu de Las Casas; pela clareza em lidar com os problemas morais da economia, de Santo Antonino; a luta pela renovação da igreja como presença de Cristo e não como instrumento de interesses pessoais e políticos, uma das causas às quais se entregou Catarina de Sena; ou ainda no reco

5º Testemunho | Miguel Tavares

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É impressionante como uma semana de trabalho tão longe de casa me fez tão feliz. Tocar, Cantar e Brincar são coisas que adoro fazer, e quando percebi que quando fazia isso para ( e com ) as outras pessoas do lar, dos centros de dia e dos ATL’s, fiquei ainda mais feliz. As dores nos dedos de tanto tocar, pois porque eu não largava a viola ( nem no café ), isso passava ao ver os sorrisos nas caras das pessoas. E o cansaço que no final sentimos ( é que isto de bailaricos não é pera doce!) . . . valeu a pena! E o melhor de tudo isto era que eu partilhava esta alegria com um grupo espetacular de amigos – a nossa família da Guarda . Quando não estávamos a “trabalhar” em família, estávamos a brincar em família ou a cantar a família. Vista assim, em perspetiva, a semana foi composta por momentos simples, imensos . . . mas marcantes . . . E foi isso que a tornou de tão especial :D Mas isto só foi possível pela presença de Jesus Cristo no meio de nós!

4º Testemunho | Juliana Pires

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Foi-me proposto ir uma semana para o distrito da Guarda, fazer um campo de trabalho com um grupo de jovens... o trabalho seria com idosos e com crianças. A ideia agradou-me logo desde inicio e não tive dúvidas em dizer que sim. Porém nos primeiros dias senti um pouco de medo, pois achava que não ia ser capaz de ajudar os outros. Mas tudo mudou, adorei imenso esta semana e para mim foi um pouco mais pequena pois tive de vir mais cedo embora. Todos os momentos de oração e cumplicidade foram muitos bons. O melhor de tudo foi, sem dúvida, ver o sorriso de cada criança e de cada idoso. Obrigado ao grupo porque toda a união e amizade ajudou a que esta semana se tornasse algo de especial.

3º Testemunho | Rute Brás

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Durante uma semana um grupo de 17 jovens aceitou uma missão: ir para a Guarda fazer voluntariado. Inicialmente ninguém se conhecia, mas passado alguns minutos parecia que tínhamos caminhado, juntos, uma vida inteira. Criaram-se laços que nunca serão desfeitos. Nessa semana fomos confrontados com diversas vidas, brincámos com crianças de ATL's, dançámos e cantámos aos idosos e fizemos apoio ao domicílio. No entanto, no final do dia, ouvia-se que nunca nos esqueceríamos daquelas pessoas, pois, quando entrávamos, e começávamos a cantar iluminavam-se sorrisos nos seus rostos e isso era tudo para nós. Apenas um gesto para aquelas pessoas era uma alegria, não era necessário irmos obrigados. Nós entrávamos no coração das pessoas e desejávamos não sair. Vamos todos ter saudades, saudades dos momentos de convívio em que só conseguíamos rir das histórias hilariantes que cada um contava da sua vida, das canções que cantávamos no meio das ruas, da hora do café em que o Arnaldo ia sempre

2º Testemunho | Diana Sá

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“Esta semana de trabalho que passamos não foi só trabalho, não foi só dar, não foi só partilhar, mas foi também receber, receber não só carinho, amor, mas também receber experiências novas a entrar na nossa vida. Muitos de nós entramos nesta atividade e não conhecíamos ninguém, não sabíamos de onde eram, quem eram… mas depois de uma hora de conversa, começamos logo a partilhar uma união inexplicável que nem a palavra união serve para resumir tudo aquilo que estávamos a sentir. Depois de vários dias já não eramos um grupo mas sim uma família. Já eramos capazes de partilhar em grupo tudo o que sentiamos nos diversos momentos. Esta família que se formou é agora, para alguns, um pilar, uma força. Não é preciso muitas palavras para descrever tudo aquilo que sentimos e passamos neste campo de trabalho.”